Onde tratar Pubalgia com Ortopedista Especialista em Esportes
Postado em: 06/10/2025

Se você sente dor na virilha ao correr, subir escadas ou ao se levantar da cama, pode estar enfrentando um quadro de Pubalgia — uma condição comum em atletas, mas que pode afetar também pessoas ativas ou que permanecem longos períodos sentadas.
O desafio é que os sintomas muitas vezes se confundem com outros problemas, como lesões musculares, hérnias ou alterações no quadril, como artrose e impacto femoroacetabular (IFA).
Por isso, é importante contar com um ortopedista especialista em esportes para obter um diagnóstico preciso e um plano de tratamento realmente eficaz.
Aqui, você vai entender como identificar os sinais da pubalgia, suas causas principais e quais são as opções de tratamento — conservadoras ou cirúrgicas — para aliviar a dor e recuperar sua mobilidade com segurança.
O que é pubalgia?
A pubalgia não é uma doença isolada, mas sim um conjunto de alterações que provocam dor na região do púbis e da virilha.
Essa dor pode irradiar para o abdômen inferior, os músculos adutores ou o quadril, e geralmente está relacionada à sobrecarga, desequilíbrios musculares ou alterações na articulação do quadril.
Entre as causas mais comuns, destaco:
- Sobrecarga nos adutores ou músculos abdominais;
- Impacto femoroacetabular (IFA);
- Artrose do quadril;
- Postura inadequada e desequilíbrios biomecânicos.
Muitas vezes, essas alterações passam despercebidas — até que o corpo começa a dar sinais. E o principal deles é a dor na virilha.
Sintomas da pubalgia
As manifestações podem variar, mas normalmente envolvem:
- Dor na virilha, que piora ao correr, mudar de direção ou se levantar da cama;
- Desconforto ao subir escadas;
- Sensação de rigidez ou fraqueza nos músculos adutores e abdominais;
- Em casos mais avançados: dor mesmo em repouso.
Se você sente um ou mais desses sinais — especialmente se pratica esportes ou realiza atividades de impacto —, é hora de buscar uma avaliação especializada. Agende aqui sua consulta!
Como faço o diagnóstico da pubalgia
Minha abordagem é sempre individualizada, combinando escuta ativa, exame físico detalhado e o uso de tecnologia avançada. Veja como funciona:
1. Anamnese personalizada
Conversamos sobre o início da dor, sua rotina esportiva, tipo de treino, histórico de lesões e postura no cotidiano. Esses dados ajudam a entender não só onde dói, mas por que dói.
2. Exame clínico funcional
Realizo testes de força, mobilidade e flexibilidade, além de manobras para identificar sinais de impacto femoroacetabular, hérnia do esporte ou outras causas de dor pélvica.
3. Exames de imagem
- Ultrassonografia dinâmica: avalia músculos e tendões em movimento;
- Ressonância magnética: com protocolo para virilha e quadril;
- Raio-X de quadril: investiga alterações ósseas e sinais de IFA.
4. Avaliação biomecânica
Em casos selecionados, utilizo análise tridimensional do movimento para detectar assimetrias sutis que contribuem para a pubalgia — especialmente em atletas ou pacientes com recorrência.
Quer um diagnóstico preciso e individualizado? Agende sua consulta em Moema ou Tatuapé e descubra a origem da sua dor com tecnologia de ponta e um plano de tratamento personalizado.
Tratamento não cirúrgico: o primeiro passo
Na maioria dos casos, a pubalgia responde muito ao tratamento conservador, desde que ele seja bem estruturado e conduzido com disciplina.
As principais estratégias que utilizo incluem:
- Fisioterapia especializada, com foco em fortalecimento muscular, reequilíbrio postural e reeducação do movimento;
- Ajustes na carga de treino, para reduzir a sobrecarga e evitar novas lesões;
- Medicamentos anti-inflamatórios, em fases de dor aguda;
- Infiltrações guiadas por imagem, indicadas quando há inflamação localizada persistente.
Treinar com dor pode agravar o quadro. Mas, com o plano certo, você não precisa parar totalmente. Vamos encontrar o equilíbrio ideal entre recuperação e performance. Entre em contato comigo e agende sua consulta!
Quando a cirurgia é necessária?
A cirurgia para pubalgia só é considerada quando o tratamento conservador não apresenta os resultados esperados — geralmente após 3 a 6 meses — ou quando os exames de imagem mostram alterações estruturais que justificam a intervenção.
As técnicas mais utilizadas são:
- Artroscopia do quadril: indicada para tratar lesões no labrum ou impacto femoroacetabular;
- Reparo da parede abdominal ou dos adutores: indicado especialmente em casos de hérnia do esporte;
- Abordagem combinada: recomendada quando há comprometimento de mais de uma região anatômica.
Sempre que possível, utilizo técnicas minimamente invasivas, que reduzem o trauma nos tecidos, aceleram a recuperação e aumentam a precisão dos resultados.
Dr. Gustavo Martins Fontes – meu diferencial no tratamento da pubalgia
Sou ortopedista especialista em dor musculoesquelética e cirurgia do quadril, com mais de 10 anos de experiência clínica e cirúrgica. Minha formação inclui:
- Graduação em Medicina pela PUC-SP;
- Pós-graduação em Terapia da Dor;
- Mestrado Acadêmico em Cirurgia pela Santa Casa de São Paulo;
- Fellowship internacional em cirurgia do quadril;
- Membro da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia (SBOT) e da Sociedade Brasileira do Quadril (SBQ).
Atendo em consultórios modernos, localizados em Moema e Tatuapé, com foco em escuta ativa, comunicação clara e cuidado individualizado. Meu compromisso é identificar com precisão a origem da dor e oferecer o melhor plano de tratamento para sua recuperação.
Perguntas frequentes sobre pubalgia
1. Pubalgia e hérnia do esporte são a mesma coisa?
Não. A hérnia do esporte é apenas uma das causas possíveis da pubalgia. Existem outras origens, como desequilíbrios musculares e alterações no quadril.
2. Posso continuar treinando durante o tratamento?
Sim. Sempre que possível, ajusto os treinos para reduzir a sobrecarga sem que você precise parar completamente. A ideia é adaptar as atividades ao seu quadro, mantendo o corpo em movimento de forma segura.
3. Quanto tempo leva para voltar a competir?
Com boa resposta ao tratamento, o retorno costuma ocorrer entre 6 e 12 semanas, de forma progressiva e segura.
4. A pubalgia pode voltar?
Sim, especialmente se os fatores que causaram a sobrecarga não forem corrigidos. Por isso, o trabalho preventivo é fundamental.
5. E se a fisioterapia não resolver?
Se, após algumas semanas, a dor persistir mesmo com o tratamento conservador, reavalio o caso com exames mais detalhados. Em situações específicas, podemos indicar uma cirurgia minimamente invasiva, com foco na sua recuperação e no retorno às atividades.
Pronto para se movimentar sem dor?
A pubalgia não precisa limitar seus treinos nem sua rotina. Com uma avaliação especializada e um plano de tratamento adequado, é possível retomar suas atividades com segurança e confiança.
Agende sua consulta e dê o primeiro passo para recuperar sua liberdade de movimento.
Dr. Gustavo Martins Fontes
Ortopedia e Traumatologia – Cirurgia do Quadril
CRM-SP: 116.821 I RQE: 11551
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